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Conheça as 15 montanhas mais espetaculares para a escalada

Entre as quinze formações rochosas consideradas as mais bonitas e difíceis de se escalar do mundo, existem duas localizadas no Brasil, Agulha do Diabo e o Monte Roraima. Confira a lista feita pelo site Hottnez.com:

15ª - Meteora, Grécia - A formação rochosa, conhecida como “rocha suspensa”, está localizada entre o rio Peneios e as Montanhas Pindus. Os mosteiros que lá estão são cercados por pilares de rochas naturais de arenito. Considerado patrimônio mundial pela Unesco, a região abriga seis mosteiros e um dos locais mais importantes pelo seu potencial de escalada.

14ª - Dead Horse Point – Utah, Estados UnidosLocalizado no Parque Nacional Canyonlands, o Dead Horse Point é conhecido mundialmente pelas cenas do filme Missão Impossível, com Tom Cruise. Junto ao rio Colorado, a montanha possui características topográficas interessantes, como descidas do planalto por três lados. Mas a região é pouco visitada por turistas por conta da aridez do clima e a falta de água e alimentos.

13ª - Spider Rock – Arizona, Estados UnidosCom 224 metros, a Spider Rock é formada por arenito vermelho, encontrado no Parque Nacional do Arizona (EUA), no Canyon de Chelly. A rocha, que se parece com prédios, foi formada há cerca de 230 milhões de anos pelas camadas de areia da região levadas pela força do vento. O nome (Pedra Aranha) vem de lenda norte-americana

12ª - Shiprock - Novo México - A partir de uma erupção vulcânica e formada por basalto e magma solidificado, a Shiprock possui 600 metros e 500 de diâmetro, pode ser visto de longe por escaladores e turistas. A área com formações vulcânicas compreende o Arizona, Utah e Colorado, nos Estados Unidos.

11ª - Agulha do Diabo – Rio de Janeiro - No Brasil, a Agulha do Diabo fica no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, no Rio de Janeiro, e está na 11ª colocação entre as rochas mais espetaculares para escalada. Com 2.050 metros, é considerada uma das mais complicadas de realizar qualquer tipo de atividade por conta de obstáculos naturais.


10ª - Las Torres de Vajolet - Alpes Italianos -Las Torres de Vajolet possui uma beleza incomparável. Mas a beleza não pode impressionar os escaladores, que possuem a rota Arete Delago como a mais conveniente para alcançar o topo.

9ª - Prekestolen - Forsand, Noruega - A rocha Preikestolen or Prekestolen, conhecida também como Pregador do Púlpito ou Púlpito Rock possui 604 metros e no topo é plano, com 25 por 25 metros, que explica o nome dado à pedra. É umas das atrações turísticas da Noruega que já atraiu 95 mil pessoas em uma caminhada de cerca de 4 quilômetros.

8ª - El Capitan - Yosemite National Park, Califórnia, Estados Unidos - “O Capitão”, apesar dos seus 900 metros, tem uma das ascensões verticais mais desafiadoras. Localizado no Parque Nacional de Yosemite, possui ao lado das cataratas uma trilha que leva a um precipício, mas a grande dificuldade encontrada é a formação da pedra: granito, que possui mais de 100 milhões de anos e não possui ‘fendas’.

7ª - Monte Thor - Ilha Baffin, Canadá - Considerado o mais alto precipício vertical do mundo, o Mount Thor fica no Parque Nacional Auyuittuq, no Canadá. Com 1.675 metros de altitude e 105º de ângulo vertical, é uma das rochas preferidas pelos escaladores.

6ª - Monte Roraima – Venezuela, Brasil, Guiana - Entre três paises da América do Sul, Venezuela, Guiana e Brasil, está localizado o Monte Roraima, com 2.810 metros. Esta é uma das formações geológicas mais antigas do mundo e está situado no Parque Nacional Canaima, na Venezuela. Para alcançar o cume, a longa caminhada pode durar cerca de dois dias. Sua formação geológica é chamada de meseta, uma espécie de chapada.

5ª - Bugaboo Spire - Columbia-Kootenay, Canadá - Entre as geleiras Vowell e a geleira Crescente encontra-se o Bugaboo Spire, uma das rochas mais famosas do Canadá. Com 3.204 metros e formação de granito, possui duas vias: Northeast Ridge e Rota Kain.

4ª - Las Torres, Parque Nacional Torres del Paine, Patagônia, Argentina - Com montanhas, geleiras, rios e lagos ao seu redor, Las Torres, na Patagônia, tornou-se um dos pontos turísticos. No Parque Nacional Torres Del Paine também há o maciço Paine. Os alpinistas, ao chegar no topo, podem apreciar a vista do vale com as diferentes formações rochosas.

3ª - Saint Matterhorn, Zermatt, Suíça - Com 4.478 metros, o Saint Matterhrn é um dos picos mais altos dos Alpes Suíços. Os primeiros a subir esta formação rochosa foi o britânico Edward Whymper em 1865.

2ª - Cerro Torre - Patagônia, Argentina - As condições climáticas e a dificuldade da subida íngreme acabam “maquiando” os 3.128 metros de altitude para os alpinistas. A Cerro Torre localiza-se nos campos de gelo do sul da Patagônia e o pico desta montanha fica a oeste de Cerro Chalten, região disputada pela Argentina e pelo Chile. Esta é a maior montanha da região, que é composta por mais três formações: Torre Egger, Punta Herron, e Cerro Stanhardt.


1ª - Nameless Tower - Paquistão - Também conhecida como Trango Tower, a Nameless Tower (Torre Sem Nome) está localizada na Geleira Baltoro, no norte do Paquistão. Com 6.239 metros, é a número um entre as mais espetaculares rochas. Lá existem alguns dos maiores penhascos e é considerada uma das escaladas mais difíceis do mundo. Possui oito rotas diferentes para alcançar o cume, entre elas a Eternal Flame (Chama Eterna).


Fonte: Webventure

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Dica Guepardo - Carregador Solar Green Line

Bom dia!

Hoje o blog Sua Aventura dá a dica de um produto Guepardo: o Carregador Solar Green Line.



Confeccionado em ABS a prova de fogo, o carregador solar possui 8 conectores para diversos modelos de celulares, mp3, mp4, iPHONE, iPOD (único na categoria) A voltagem fornecida é de 4,5 a 9 V para equipamentos de pequeno porte. Sua bateria é de litiun (abastecida por energia solar). Possui dois leds: um lanterna e outro indicador de transferência de carga ecarregamento do mesmo. É um aparelho com display inteligente, compacto, leve e de fácil transporte. E o principal: o carregador solar é um produto ecologicamente correto.

Outros dados sobre o Carregador Solar Green Line:

- Acompanha manual em Português;
- Peso: 0,560 kg;
- Dimensões: 13,7cm x 7,9cm x 2,4cm;
- Ideal para levar em viagens, camping, trekking, e para onde quer que se necessite carregar seus eletrônicos e não tenha energia elétrica. Modo de operação: Quando posicionado diretamente sob a luz solar, o produto transforma a energia absorvida pelo painel solar em energia elétrica e através do circuito de controle, armazena a eletricidade na bateria interna do carregador.


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Como escolher a certificadora de mergulho?

Apesar de não haver leis federais para o mergulho, todas as operadoras de mergulho exigem o certificado de todo mergulhador que participar de uma operação. Todas as escolas estão filiadas a uma ou mais certificadoras. Estas certificadoras garantem qualidade do curso e cada entidade escolhe qual “filosofia” seguir, com programas e métodos.

As certificadoras funcionam como organizações de treinamento que fornecem material didático, métodos de ensino e de prática às escolas de mergulho. Geralmente, elas são estrangeiras, mas todo o material é traduzido para o português; entre as medidas trazidas de fora estão as “standards”, regras que os instrutores devem cumprir rigorosamente.

A escolha depende exclusivamente do atleta, pois algumas certificadoras são reconhecidas fora do Brasil, o que permite o mergulhador praticar em qualquer local, sem deixar a segurança e qualidade de lado. O certificado deve ser reconhecido internacionalmente por qualquer operadora.


As certificadoras atuando no Brasil são:

CBPDS - Confederação Brasileira de Pesca e Desportos Subaquáticos, filiada à CMAS - Confederação Mundial de Atividades Subaquáticas.

GUE - Global Underwater Explorerswww.gue.com

IANTD - Internacional Association of Nitrox and Technical Divers
www.ianted.com

NACD - National Association for Cave Diving
www.safecavediving.com

NAUI - National Association of Underwater Instructors
www.naui.com.br

PADI - Professional Association of Diving Instructors
www.padi.com

PDIC - Professional Diver Instructors Corporation
www.pdic.com.br

Para portadores de deficiência física:

SBMA (Sociedade Brasileira de Mergulho Adaptado), filiada à HSA - Handicapped Scuba Association.intervox.nce.ufrj.br/~sbma


Fonte: Webventure


ALACRAN! Confira as promoções da semana: www.alacran.com.br

9º Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica

A Aliança para a Conservação da Mata Atlântica, uma parceria entre as ONGs Conservação Internacional e Fundação SOS Mata Atlântica, está com inscrições abertas para a nona edição do Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, que tem como objetivo promover o jornalismo ambiental no Brasil, incentivar a produção de reportagens sobre o assunto e reconhecer a excelência profissional de jornalistas que cobrem temas ambientais nas categorias Impresso e Televisão.

As matérias impressas devem ser enviadas em formato Word, acompanhadas do original publicado. As reportagens de TV devem ser gravadas em DVD.O vencedor do primeiro lugar em cada uma das categorias irá participar de um evento internacional de conservação ou jornalismo ambiental. Os segundos e terceiros colocados em cada categoria receberão R$ 5.000 e R$ 2.500, respectivamente.

As reportagens devem tratar de regiões ou temas relacionados à Mata Atlântica, que vão desde pesquisas científicas e seus resultados até sustentabilidade nas práticas agrícolas. O júri é formado por profissionais das áreas de comunicação e conservação ambiental, sem a participação de representantes das instituições organizadoras.

Em 2008, o Prêmio teve 72 inscrições na categoria Impresso e 44 na categoria Televisão. O jornalista Mauri König ficou em primeiro lugar na Categoria Impresso, com a matéria "Cem anos de resistência", publicada no jornal Gazeta do Povo (PR) em setembro de 2007. E a reportagem vencedora na Categoria Televisão foi "Reserva sem lei", apresentada por Bianca Vasconcellos e equipe do SBT Brasil, veiculada em março de 2008. Como premiação, ambos ganharam a participação no Congresso Mundial de Conservação (IUCN World Conservation Congress), realizado em outubro de 2008, em Barcelona.

Na Categoria Impresso, o segundo lugar ficou com Carlos Fioravanti pela reportagem "Semeadores de Florestas", publicada na revista Pesquisa FAPESP, onde escreveu sobre as experiências de restauração da Mata Atlântica.

O terceiro lugar ficou com Herton Escobar, pela matéria "A caminho da praia, Serra do Mar guarda riqueza em fauna e flora", publicada no jornal O Estado de S. Paulo, abordando um pedaço de Mata Atlântica muito conhecido dos paulistanos.

Na categoria Televisão, o segundo lugar ficou com Aline Resende de Carvalho, com a equipe da Rede Minas de Televisão, pela reportagem "Riquezas da Serra do Brigadeiro", que mostra a diversidade de espécies que vivem neste Parque Estadual, o histórico de devastação de áreas naturais para a retirada de minérios e outros recursos na região e também o avanço da ocupação urbana, enquanto a matéria "Assentamento x Mata", que mostra a implantação de assentamentos de reforma agrária no entorno de áreas protegidas de Mata Atlântica, produzida por Beatriz Castro e equipe da TV Globo Nordeste (PE) e exibida pelo programa Nordeste, Viver e Preservar, ficou em terceiro lugar.

Esta iniciativa da Conservação Internacional realizada em 13 países é promovida no Brasil desde 2001 pela Aliança para a Conservação da Mata Atlântica em parceria com o Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ) e a Federação Internacional de Jornalismo Ambiental (IFEJ).

Aliança para a Conservação da Mata Atlântica:

Parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica e a Conservação Internacional, a Aliança para a Conservação da Mata Atlântica existe desde 1999 e tem como principais atividades o Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, o Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF Mata Atlântica) e o Programa de Incentivo às Reservas Particulares do Patrimônio Natural da Mata Atlântica.





Mais informações sobre o Prêmio: www.premioreportagem.org.br

Fonte: O Radical
Imagem: Jornal Canal Aberto

Dica de Produto - Sensor Climático Guepardo


Bom dia! Hoje o blog Sua Aventura dá uma ótima dica de produto.

O Sensor Climático da Guepardo é um produto completo. Com bússula digital, pacer, timer, altímetro, barômetro, cronômetro, relógio, timekeeping, Resistência a água - 50m.


Perfeito tanto para o dia a dia como para esportes outdoor. Dá a previsão do tempo para as próximas horas, ajudando a não encarar uma caminhada quando uma chuva esta prestes a te aparecer ou ajuda nos treinos de resistência para não errar o ritmo!


O Sensor Climático da Guepardo pode ser encontrado na ALACRAN, acesse e confira www.alacran.com.br


Mergulho - Explore o universo de beleza embaixo da água


Mais do que um esporte de aventura, o mergulho é uma atividade de exploração e integração com o universo existente embaixo da água. A atividade pode ser realizada no mar, em cavernas alagadas, lagos ou rios.

Basicamente são duas modalidades: Mergulho Livre e Autônomo. Livre, pode ser em flutuação, respirando na linha-d´água com um canudo; ou em Apnéia, modalidade mais esportiva, em que o praticante permanece debaixo d'água utilizando apenas o ar dos pulmões. Autônomo, o praticante utiliza cilindros de ar para respirar, variando entre o Mergulho Recreativo, Técnico e Profissional.

Principais benefícios: Trabalha braços, pernas, glúteos e panturrilha. Aumenta a resistência física, diminui a tensão e a ansiedade. Melhora o seu humor e aumenta a auto-estima.

Equipamento básico: Para o mergulho livre, apenas máscara, nadadeira e canudo. Para o autônomo, é necessário também o uso de cilindro de ar comprimido, roupa de neoprene, colete equilibrador, regulador e cinto de lastro.

Os melhores points: Fernando de Noronha (PE); Abrolhos (BA); Arraial do Cabo, Búzios, Parati e Angra dos Reis (RJ); Guarapari (ES); Bonito e Jardim (MS); Superagüi (PR); Santos, Guarujá, Ubatuba, Caraguatatuba e São Sebastião (SP); Florianópolis (SC).

Curiosidade: Inicialmente, eram usados os pesados e volumosos escafandros para um breve vislumbre do desconhecido mundo submarino. Depois, o oceanógrafo francês Jacques Cousteau desenvolveu o cilindro de ar comprimido, equipamento que revolucionou o mergulho autônomo em todo o mundo.

Fonte: Boa Forma



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Como comprar a sua primeira mountain bike

Para muitas pessoas a compra da primeira mountain bike pode ser uma experiência difícil. Existem diversos nomes técnicos, geralmente em inglês que ajudam a confundir a cabeça de qualquer um. Aí vai um guia prático para quem vai às compras.Primeiros passosO fundamental antes de comprar sua primeira mountain bike é saber para que você ira usa-la. O importante é saber se você vai usar sua bike para enfrentar trilhas, para andar na cidade, competir ou apenas como lazer. Existem inúmeras opções de mountain bikes para diversas finalidades, desde o freeride, cross-country, corrida de aventura, downhill ou ciclo-turismo.

Procure aprender um pouco sobre mountain bike através de revistas especializadas ou livros. Geralmente as revistas possuem sessões para quem está começando no esporte. Consulte uma loja que seja dedicada exclusivamente há bicicleta. Converse com o vendedor e explique para que você precisara de uma bike. Existem diversos modelos de bikes e com preços que variam de R$ 700,00 há R$ 5.000,00. Se possível compare duas ou mais lojas especializada em bikes.Uma boa bike normalmente é cara, pois o que encarece a bike são seus componentes (câmbio, coroas, corrente e trocadores de marchas) que quanto melhores mais caros e mais duráveis serão. Geralmente pessoas que compram sua primeira bike procuram começar com uma bike simples e com o tempo trocar alguns de seus componentes.

Existem desde Mountain Bikes completamente rígidas até aquelas que possuem dois amortecedores (full-suspension). Esse tipos traz conforto e alta performance em diversos tipos de terreno.Como encontrar o tamanho da bike idealA maneira mais comum de saber o tamanho de sua bike é ficando com os pés no chão e a bike entre a sua perna. O ideal é que a distancia do tubo superior da bike fique de três há quatro dedos de distancia de seu cavalo. Ao sentar na bike seus braços devem ficar semi-flexionados.Para a prática do cross-country, se o tamanho for o ideal mas seus braços não estiverem confortáveis, altere o tamanho da mesa. Já a altura do selim deve ser feita em cima da bike. Procure deixar seu calcanhar na ponta do pedal estendendo a perna quase inteiramente assim marcando no canote a altura de acordo com está referencia de medida.





Para aproveitar melhor suas aventuras com a sua Bike, use os equipamentos da Guepardo.

As garrafas com mosquetões são mais seguras para carregar na mochila e o Kit Fitness, com produtos ultra-absorventes, proporcionam maior conforto nas pedaladas.

Esse produtos podem ser encontrados na ALACRAN, www.alacran.com.br