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Dica Guepardo - Carregador Solar Green Line

Bom dia!

Hoje o blog Sua Aventura dá a dica de um produto Guepardo: o Carregador Solar Green Line.



Confeccionado em ABS a prova de fogo, o carregador solar possui 8 conectores para diversos modelos de celulares, mp3, mp4, iPHONE, iPOD (único na categoria) A voltagem fornecida é de 4,5 a 9 V para equipamentos de pequeno porte. Sua bateria é de litiun (abastecida por energia solar). Possui dois leds: um lanterna e outro indicador de transferência de carga ecarregamento do mesmo. É um aparelho com display inteligente, compacto, leve e de fácil transporte. E o principal: o carregador solar é um produto ecologicamente correto.

Outros dados sobre o Carregador Solar Green Line:

- Acompanha manual em Português;
- Peso: 0,560 kg;
- Dimensões: 13,7cm x 7,9cm x 2,4cm;
- Ideal para levar em viagens, camping, trekking, e para onde quer que se necessite carregar seus eletrônicos e não tenha energia elétrica. Modo de operação: Quando posicionado diretamente sob a luz solar, o produto transforma a energia absorvida pelo painel solar em energia elétrica e através do circuito de controle, armazena a eletricidade na bateria interna do carregador.


Carregue sua aventura com o Carregador Solar Green Line Guepardo. Na Alacran
www.alacran.com.br você encontra este e muitos outros equipamentos para sua aventura!

9º Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica

A Aliança para a Conservação da Mata Atlântica, uma parceria entre as ONGs Conservação Internacional e Fundação SOS Mata Atlântica, está com inscrições abertas para a nona edição do Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, que tem como objetivo promover o jornalismo ambiental no Brasil, incentivar a produção de reportagens sobre o assunto e reconhecer a excelência profissional de jornalistas que cobrem temas ambientais nas categorias Impresso e Televisão.

As matérias impressas devem ser enviadas em formato Word, acompanhadas do original publicado. As reportagens de TV devem ser gravadas em DVD.O vencedor do primeiro lugar em cada uma das categorias irá participar de um evento internacional de conservação ou jornalismo ambiental. Os segundos e terceiros colocados em cada categoria receberão R$ 5.000 e R$ 2.500, respectivamente.

As reportagens devem tratar de regiões ou temas relacionados à Mata Atlântica, que vão desde pesquisas científicas e seus resultados até sustentabilidade nas práticas agrícolas. O júri é formado por profissionais das áreas de comunicação e conservação ambiental, sem a participação de representantes das instituições organizadoras.

Em 2008, o Prêmio teve 72 inscrições na categoria Impresso e 44 na categoria Televisão. O jornalista Mauri König ficou em primeiro lugar na Categoria Impresso, com a matéria "Cem anos de resistência", publicada no jornal Gazeta do Povo (PR) em setembro de 2007. E a reportagem vencedora na Categoria Televisão foi "Reserva sem lei", apresentada por Bianca Vasconcellos e equipe do SBT Brasil, veiculada em março de 2008. Como premiação, ambos ganharam a participação no Congresso Mundial de Conservação (IUCN World Conservation Congress), realizado em outubro de 2008, em Barcelona.

Na Categoria Impresso, o segundo lugar ficou com Carlos Fioravanti pela reportagem "Semeadores de Florestas", publicada na revista Pesquisa FAPESP, onde escreveu sobre as experiências de restauração da Mata Atlântica.

O terceiro lugar ficou com Herton Escobar, pela matéria "A caminho da praia, Serra do Mar guarda riqueza em fauna e flora", publicada no jornal O Estado de S. Paulo, abordando um pedaço de Mata Atlântica muito conhecido dos paulistanos.

Na categoria Televisão, o segundo lugar ficou com Aline Resende de Carvalho, com a equipe da Rede Minas de Televisão, pela reportagem "Riquezas da Serra do Brigadeiro", que mostra a diversidade de espécies que vivem neste Parque Estadual, o histórico de devastação de áreas naturais para a retirada de minérios e outros recursos na região e também o avanço da ocupação urbana, enquanto a matéria "Assentamento x Mata", que mostra a implantação de assentamentos de reforma agrária no entorno de áreas protegidas de Mata Atlântica, produzida por Beatriz Castro e equipe da TV Globo Nordeste (PE) e exibida pelo programa Nordeste, Viver e Preservar, ficou em terceiro lugar.

Esta iniciativa da Conservação Internacional realizada em 13 países é promovida no Brasil desde 2001 pela Aliança para a Conservação da Mata Atlântica em parceria com o Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ) e a Federação Internacional de Jornalismo Ambiental (IFEJ).

Aliança para a Conservação da Mata Atlântica:

Parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica e a Conservação Internacional, a Aliança para a Conservação da Mata Atlântica existe desde 1999 e tem como principais atividades o Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, o Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF Mata Atlântica) e o Programa de Incentivo às Reservas Particulares do Patrimônio Natural da Mata Atlântica.





Mais informações sobre o Prêmio: www.premioreportagem.org.br

Fonte: O Radical
Imagem: Jornal Canal Aberto

Aquecimento: Amazônia pode sobreviver

Pesquisadores do Reino Unido concluíram que a Floresta Amazônica poderá sobreviver às mudanças climáticas. De acordo com os estudiosos, as projeções feitas anteriormente não levavam em conta o volume de chuvas. Entretanto, o grupo alerta que o Brasil e outros países da região precisam agir para evitar o desaparecimento da região leste amazônica, que é a mais ameaçada pela mudança do clima, desmatamento e queimadas.

Estudos anteriores mostraram que, em meados de 2050, a floresta poderia ser substituída por cerrado. José Marengo, especialista do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe), disse ao jornal Folha de S. Paulo que a projeção atual não está totalmente correta. Para ele, por mais que a região tenha um grande volume de chuvas, as temperaturas mais quentes e o ar mais seco farão com que a evaporação das águas também aumente.



Fonte: National Geographic Brasil

Notícia Guepardo - Menor Célula Combústivel

A menor célula a combustível do mundo acaba de ser anunciada por um grupo de pesquisadores nos Estados Unidos. Com apenas 3 milímetros de comprimento por 1 mm de espessura, ela poderá ser usada no desenvolvimento de minúsculos geradores de eletricidade a partir do hidrogênio que substituiriam as atuais baterias que alimentam celulares e outros aparelhos eletrônicos. Em comparação com as baterias, células a combustível são capazes de armazenar mais energia em um mesmo espaço. Entretanto, baterias são muito mais fáceis de fabricar do que as pequenas bombas e os componentes eletrônicos de uma célula a combustível. Além disso, as minúsculas bombas necessárias podem consumir mais energia do que gerariam.

A novidade do grupo de Saeed Moghaddam, na Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, descrita pela revista New Scientist, é um dispositivo capaz de gerar energia sem consumi-la.A célula é composta por apenas quatro componentes. Uma fina membrana separa um reservatório de água de uma compartimento localizado abaixo, que contém um metal hídrido. Ainda mais abaixo estão montados os eletrodos.Minúsculos furos na membrana fazem com que as moléculas de água atinjam o compartimento adjacente na forma de vapor. Uma vez lá, o vapor reage com o metal hídrido para formar hidrogênio. O gás preenche o compartimento e empurra a membrana para cima, bloqueando a água.

O hidrogênio é gradualmente esgotado à medida que reage com os eletrodos para criar um fluxo de eletricidade. Quando a pressão do hidrogênio cai, mais água pode entrar para manter o processo.Como o dispositivo é muito pequeno, a tensão superficial – e não a gravidade – controla o fluxo de água pelo sistema. Isso significa que a célula funciona mesmo quando movida ou girada, o que é perfeito para aplicações em eletrônicos portáteis. O dispositivo empregado no estudo, descrito em artigo no Journal of Microelectromechanical Systems, foi capaz de gerar 0,7 volt em uma corrente de 0,1 miliampere durante 30 horas até que o combustível utilizado acabou.Mas Moghaddam conta que uma nova versão obteve uma corrente de 1 miliampere na mesma voltagem.

Ainda não dá para fazer funcionar um tocador de MP3, mas, segundo o pesquisador, é o suficiente para alimentar microrrobôs.O artigo Millimeter-scale fuel cell with onboard fuel and passive control system, de Saeed Moghaddam e outros, pode ser lido por assinantes do Journal of Microelectromechanical Systems (vol. 17, ed. 6) em http://ieeexplore.ieee.org/servlet/opac?punumber=84.

Fonte: 360º


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Pacífico terá a maior zona de proteção marinha do mundo

Os Estados Unidos estabelecerão o que se pode chamar de a maior área de proteção marinha do mundo ao redor de suas ilhas no Pacífico.

Pesca e exploração comercial serão banidas das zonas protegidas, que incluem as Fossas Marianas – o abismo marítimo mais profundo do mundo – próximo às Filipinas. A nova zona de proteção é maior que a anunciada em 2006 pelos Estados Unidos no Havaí, de 363 mil quilômetros quadrados.

Partes de três arquipélagos desabitados do Oceano Pacífico serão reservadas pelo presidente americano, George Bush, como “monumentos nacionais”, protegidos contra a exploração de petróleo, gás e a pesca. Considerado o maior esforço de preservação ambiental nos oceanos, as três áreas, que totalizam 505.760 quilômetros quadrados, incluem além das fossas, águas e corais ao redor de três ilhas desabitadas nas Ilhas Marianas do Norte, o Atol Rosa em Samoa Americana e sete ilhas encadeadas ao longo do equador no Pacífico.
Cada um desses locais abriga espécies únicas e algumas das formações geológicas mais raras da

Terra – do maior caranguejo terrestre do mundo a um pássaro que incuba os ovos no calor de vulcões submarinos.

Em Pago Pago, na Samoa Americana, o governador territorial Togiola T.A. Tulafono disse que a designação do Atol Rosa como monumento nacional atrairá cientistas ao local. A região abriga árvores gigantescas de 26 metros de altura e é considerada uma zona vital de reprodução para tartarugas marinhas ameaçadas de extinção. Trata-se do menor atol do mundo, com apenas 80 mil metros quadrados de terra.

Pesca esportiva, turismo e pesquisas científicas continuam permitidos nos novos monumentos, e a proteção não entrará em conflito com atividades militares ou com a livre navegação nos mares, disseram fontes da Casa Branca.

Fonte: JB On line